quarta-feira, 28 de março de 2012
A Tecnologia nas Empresas
QUESTÃO:
1) FAÇA UMA PESQUISA REFERENCIAL NA WEB E APRESENTE TRÊS OU MAIS TECNOLOGIAS DE PONTA, NA ÁREA DE INFORMÁTICA, APRESENTANDO IDÉIAS DE SUA UTILIZAÇÃO NO SETOR EMPRESARIAL.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Segurança em TI
As soluções de segurança elaboradas pelas principais empresas de TI compreendem um conjunto de medidas que visam proteger e preservar informações e sistemas de informações de seus clientes, assegurando-lhes integridade, disponibilidade, não repúdio, autenticidade e confidencialidade. Esses elementos são essenciais para assegurar a integridade e confiabilidade de sistemas e, juntamente com mecanismos de defesa, têm o objetivo de agregar a eles capacidade de detecção, reação e prospecção.
Vale lembrar que projetos desta natureza são elaborados de acordo com as necessidades específicas de cada organização, podendo ser determinados pela suscetibilidade das informações ou sistemas de informações, pelo nível de ameaças ou por quaisquer outras decisões de gestão de riscos.
Segundo a pesquisa 2006 do Computer Security Institute (CSI), em conjunto com o Federal Bureau of Investigation's (FBI), de cerca de 700 pessoas entrevistadas:
75% reportaram incidentes de vírus
48% detectaram uso indevido e abusivo do privilégio de acesso na rede interna
48% reportaram roubo de notebook
32% detectaram invasões nos sistemas
16% reportaram uso abusivo de redes Wireless
Questões:
1) Com relação a este tema, cite as principais ameaças relativos a segurança das Informações, enfrentadas pelas empresas:
2) Quais as principais medidas preventivas que deveriam ser adotas pelas empresas para garantir a integridade das informações ?
3) Dê exemplos de programas que podem combater ou minimizar os riscos das ameças descritas no item 1:
terça-feira, 6 de março de 2012
Sobra de vagas na área de TI possibilita ascensão rápida na carreira
Zero-Hora - Economia - 06/06/2010 - 00h06min
Anualmente são abertas 1,5 mil vagas que a quantidade de profissionais formada não consegue atender. Aos 23 anos, há cinco no mercado, Ana já é coordenadora de segurança digital.
A falta de profissionais no segmento de TI cria a possibilidade de carreiras meteóricas. Gustavo Ávila, por exemplo, tem atrás de si uma trajetória bem-sucedida numa das quase 5 mil empresas especializadas na criação de softwares para o mercado de informática no Rio Grande do Sul.
Já no primeiro semestre de faculdade, Gustavo conseguiu estágio como testador – aquele profissional que aplica o software para saber se está de fato funcionando ou não. Um ano depois, foi efetivado na função e teve um aumento. Mais um ano e foi promovido a programador. Quando se formar no curso de Sistemas de Informática, no fim do ano, vai se especializar em análise de sistemas e terá a possibilidade concreta de gerenciar projetos de informática na mesma empresa onde começou há quatro anos. Haverá a respectiva repercussão no contracheque. Tudo isso antes de completar 25 anos de idade.
– Tem de estudar muito, isso é verdade, especialmente matemática e lógica. Mas, por outro lado, todos os meus colegas de curso, sem exceção, estão em bons empregos e não há nenhuma preocupação com o futuro. Só não trabalha quem não quer – sintetiza o estudante.
Apenas na empresa onde Gustavo atua, a DBServer, são entre seis e 10 vagas abertas permanentemente e que dificilmente são preenchidas. No segundo semestre, quando uma nova unidade do Parque Científico e Tecnológico da PUCRS, o Portal Tecnopuc, estiver funcionando em um prédio de 15 andares que está em fase final de construção, serão mais 2,5 mil vagas. Para uma formação de 800 profissionais de nível superior por ano, o mercado abre 1,5 mil vagas.
O presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação – regional Rio Grande do Sul (Assespro-RS), Reges Bronzatti, diz que o apelo pelos cursos tradicionais – medicina, direito, administração – ainda é forte demais na cabeça dos jovens:
– A informática é vista como difícil e chata, feita para gênios. A evasão de cursos universitários é de 50%. Com exceção da PUCRS e da UFRGS, em todos há vagas sobrando.
Empresas buscam alunos antes de terminarem o curso
Se engana quem pensa que Gustavo ou seus colegas de empresa, a maioria entre 20 anos e 30 anos, fazem o tipo clássico do nerd – aquele sujeito com óculos fundo de garrafa, que abotoa a camisa até a última casa e tem como principal diversão uma partidinha de xadrez, de preferência com o computador. Tanto o estudante quanto a sua colega de trabalho, Ana Scheffel, 23 anos, são jovens que trabalham, estudam e se divertem na mesma proporção. Ana, que é coordenadora da área de suporte e infraestrutura, não escolheu a informática só pelas boas e abundantes ofertas de trabalho, mas por vocação mesmo. Descoberta, por sinal, numa escola pública.
Ana se encantou pela informática no Colégio Estadual Dom João Becker, uma das três em toda a rede pública do Estado que mantém cursos na área de TI para alunos que já terminaram o Ensino Médio e pretendem desenvolver uma habilidade profissional. Durante três semestres, os estudantes podem se aperfeiçoar no desenvolvimento de softwares ou em sistemas de informática e, dali, buscar uma colocação profissional ou ingressar em uma universidade.
– As empresas vêm aqui buscar nossos alunos antes de terminarem os cursos. Também enviam e-mails, pedem currículos, é uma procura muito grande porque o ensino tem qualidade – sustenta a vice-diretora da escola, Tiana Gomes.
Mesmo assim, os problemas se acumulam. O maior deles é combater a evasão escolar, que beira os 50% – seja pelas dificuldades econômicas dos alunos, seja pela falta de informação sobre o curso. As duas turmas, que geralmente começam com 40 alunos, nunca chegam ao fim com mais de 25.
Tiana conta que muitos estudantes querem apenas aprender a digitar nas aulas do Dom João Becker ou, então, a consertar computadores para abrir uma oficina no bairro. No Colégio Estadual Protásio Alves, as dificuldades são parecidas. Dos 200 alunos matriculados nas primeiras turmas, em 2007, 40 se formaram.
Em junho, a diretora Sônia Tessaro Boyle ainda precisa preencher 60 horas de aula com professores que o Estado não tem.
A Secretaria Estadual de Educação (SEC) diz que não cabe à pasta propor ou indicar a abertura de novos cursos profissionalizantes nas escolas estaduais porque o órgão não conhece as realidades locais e nem as demandas por profissionais em cada região. Segundo a assessora técnica da Superintendência de Ensino Profissionalizante da SEC, Simara Casagrande, a responsabilidade sobre a criação e manutenção dos programas é das escolas.
– Elas é que têm de trazer a demanda de suas comunidades e pedir a criação do curso. E precisam envolver as prefeituras, os empresários, as pessoas interessadas porque o Estado não tem dinheiro para investir – avisa a assessora.
Questões:
1) No seu ponto de vista, quais seriam os fatores determinantes para a carência de profissionais na área de TI ?
2) Qual seria o perfil “adequado” do profissional de informática que visa vagas na área de TI ?
3) Faça uma busca na web de vagas na área de TI, apresentando os requisitos necessários para a contratação deste profissional.
A falta de profissionais no segmento de TI cria a possibilidade de carreiras meteóricas. Gustavo Ávila, por exemplo, tem atrás de si uma trajetória bem-sucedida numa das quase 5 mil empresas especializadas na criação de softwares para o mercado de informática no Rio Grande do Sul.
Já no primeiro semestre de faculdade, Gustavo conseguiu estágio como testador – aquele profissional que aplica o software para saber se está de fato funcionando ou não. Um ano depois, foi efetivado na função e teve um aumento. Mais um ano e foi promovido a programador. Quando se formar no curso de Sistemas de Informática, no fim do ano, vai se especializar em análise de sistemas e terá a possibilidade concreta de gerenciar projetos de informática na mesma empresa onde começou há quatro anos. Haverá a respectiva repercussão no contracheque. Tudo isso antes de completar 25 anos de idade.
– Tem de estudar muito, isso é verdade, especialmente matemática e lógica. Mas, por outro lado, todos os meus colegas de curso, sem exceção, estão em bons empregos e não há nenhuma preocupação com o futuro. Só não trabalha quem não quer – sintetiza o estudante.
Apenas na empresa onde Gustavo atua, a DBServer, são entre seis e 10 vagas abertas permanentemente e que dificilmente são preenchidas. No segundo semestre, quando uma nova unidade do Parque Científico e Tecnológico da PUCRS, o Portal Tecnopuc, estiver funcionando em um prédio de 15 andares que está em fase final de construção, serão mais 2,5 mil vagas. Para uma formação de 800 profissionais de nível superior por ano, o mercado abre 1,5 mil vagas.
O presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação – regional Rio Grande do Sul (Assespro-RS), Reges Bronzatti, diz que o apelo pelos cursos tradicionais – medicina, direito, administração – ainda é forte demais na cabeça dos jovens:
– A informática é vista como difícil e chata, feita para gênios. A evasão de cursos universitários é de 50%. Com exceção da PUCRS e da UFRGS, em todos há vagas sobrando.
Empresas buscam alunos antes de terminarem o curso
Se engana quem pensa que Gustavo ou seus colegas de empresa, a maioria entre 20 anos e 30 anos, fazem o tipo clássico do nerd – aquele sujeito com óculos fundo de garrafa, que abotoa a camisa até a última casa e tem como principal diversão uma partidinha de xadrez, de preferência com o computador. Tanto o estudante quanto a sua colega de trabalho, Ana Scheffel, 23 anos, são jovens que trabalham, estudam e se divertem na mesma proporção. Ana, que é coordenadora da área de suporte e infraestrutura, não escolheu a informática só pelas boas e abundantes ofertas de trabalho, mas por vocação mesmo. Descoberta, por sinal, numa escola pública.
Ana se encantou pela informática no Colégio Estadual Dom João Becker, uma das três em toda a rede pública do Estado que mantém cursos na área de TI para alunos que já terminaram o Ensino Médio e pretendem desenvolver uma habilidade profissional. Durante três semestres, os estudantes podem se aperfeiçoar no desenvolvimento de softwares ou em sistemas de informática e, dali, buscar uma colocação profissional ou ingressar em uma universidade.
– As empresas vêm aqui buscar nossos alunos antes de terminarem os cursos. Também enviam e-mails, pedem currículos, é uma procura muito grande porque o ensino tem qualidade – sustenta a vice-diretora da escola, Tiana Gomes.
Mesmo assim, os problemas se acumulam. O maior deles é combater a evasão escolar, que beira os 50% – seja pelas dificuldades econômicas dos alunos, seja pela falta de informação sobre o curso. As duas turmas, que geralmente começam com 40 alunos, nunca chegam ao fim com mais de 25.
Tiana conta que muitos estudantes querem apenas aprender a digitar nas aulas do Dom João Becker ou, então, a consertar computadores para abrir uma oficina no bairro. No Colégio Estadual Protásio Alves, as dificuldades são parecidas. Dos 200 alunos matriculados nas primeiras turmas, em 2007, 40 se formaram.
Em junho, a diretora Sônia Tessaro Boyle ainda precisa preencher 60 horas de aula com professores que o Estado não tem.
A Secretaria Estadual de Educação (SEC) diz que não cabe à pasta propor ou indicar a abertura de novos cursos profissionalizantes nas escolas estaduais porque o órgão não conhece as realidades locais e nem as demandas por profissionais em cada região. Segundo a assessora técnica da Superintendência de Ensino Profissionalizante da SEC, Simara Casagrande, a responsabilidade sobre a criação e manutenção dos programas é das escolas.
– Elas é que têm de trazer a demanda de suas comunidades e pedir a criação do curso. E precisam envolver as prefeituras, os empresários, as pessoas interessadas porque o Estado não tem dinheiro para investir – avisa a assessora.
Questões:
1) No seu ponto de vista, quais seriam os fatores determinantes para a carência de profissionais na área de TI ?
2) Qual seria o perfil “adequado” do profissional de informática que visa vagas na área de TI ?
3) Faça uma busca na web de vagas na área de TI, apresentando os requisitos necessários para a contratação deste profissional.
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